Aumento do gás de cozinha repercute em Plenário

Em 05/12/2017
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O aumento no preço médio do gás de cozinha, anunciado pela Petrobras e com efeitos a partir dessa terça, foi reprovado pelo deputado Rodrigo Novaes, do PSD. Segundo o parlamentar, o reajuste de quase 9% pesa no bolso da população, principalmente no interior do Estado. Novaes cobrou uma atuação mais incisiva da bancada federal sobre o assunto. “Com todo o respeito à bancada federal que nós temos, eu não ouvi uma palavra sobre isso em canto nenhum. O Governo Federal, completamente insensível com as questões do povo mais carente, do povo que vive no interior com tanta dificuldade, agora vai impor um gás de cozinha por 100 reais. É impossível que a gente conceba um aumento de 61% em apenas um ano.”

Eduíno Brito, do PP, defendeu a renovação do programa “De Olho na Rua”, uma parceria entre a Secretaria de Defesa Social e o Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, o Secovi. Para o parlamentar, a iniciativa ajuda no combate à criminalidade. “O Secovi mantém dois postos funcionando 24 horas por dia, para recepcionar as chamadas através de um B.O. Desta forma, é passada para sala de operações do Ciodes. Este convênio é renovado a cada dois anos, e a renovação deste programa tem sido sempre de iniciativa da SDS. E até então, todos do Secovi, como também da Ciodes, estão à espera desse contrato.”

Rogério Leão, do PR, afirmou que qualquer novo filiado ao Partido da República deve seguir a ideologia vigente na legenda: “Quem quiser entrar no PR vai ser submetido às orientações da executiva estadual do partido hoje por que temos autonomia da executiva nacional. Tem o tempo de televisão, as pessoas estão querendo correr atrás desse tempo de televisão também. Então, é com muita tranquilidade que venho dizer a esses companheiros que o PR vai estar onde está hoje e vai marchar com quem acharmos conveniente”. Rogério Leão ainda negou rumores sobre uma eventual troca na direção estadual do PR.